Pesquisa Fotógrafos Experimentais

 1. Aaron Siskind - "Volcano 1" (1980)


Escolhemos a fotografia “Volcano 1” (1980)  pelo seu viés abstracionista e expressionista, trazendo um questionamento sobre o que mostra a obra, sem possibilitar uma percepção imediata do que é visto. Além disso, achamos interessante a união entre a arte e a natureza e, também, a maneira em que é retratada tanto a forma quanto a textura do magma na imagem.


2. Nathan Lerner - "The Seeing Mouth" (1940)


  A fotografia escolhida pelo grupo, "The Seeing Mouth   (1940)", parte da técnica de impressão em gelatina prata   para formar uma imagem sobreposta com fusão de formas humanas, olhos e boca, minimizando as referências de contexto. Visto isso, ela apresenta uma dimensão espacial ambígua e confusa,  algo típico das experimentações  fotografias, que é auxiliada pera iluminação dramática que realça os pontos faciais, apresentando volumetria,  tridimensionalidade e profundidade por meio do contraste de luz e sombra.
Escolhemos essa fotografia específica pelo impacto visual que ela trás, tanto no contraste, quanto na sobreposição e mistura do olhar e da boca. Essas características nos chamaram atenção por parecer representar alguém atento, com medo, tranquilo mas também desesperado, sentimentos e estados de espírito, em que alguns se completam, mas também, outros se divergem.


3. Edmund Collein - “Bauatelier Gropius” (1928)



A foto escolhida,“Bauatelier Gropius” (1928), retrata um grupo de arquitetos dispostos em o que parecem ser nichos ou armários que formam um grid quadriculado, criando uma composição que nos interessou principalmente pelo modo em que as pessoas estão posicionadas. Collein realizou uma montagem a partir dessa foto montando o edifício Preller, moradia dos alunos durante os anos de faculdade, repetindo a imagem várias vezes, colocando os nichos como apartamentos, sendo então uma crítica social ao tamanho das moradias disponibilizadas aos estudantes.


4. Berenice Abbott - “Grand Central Station” (1930)



A imagem escolhida faz parte da coleção mais famosa da fotógrafa norte americana, na qual ela documentou o processo de urbanização da cidade de Nova York no ano de 1930. O cenário da Grand Central Station, famoso terminal rodoviário e metrô da cidade, expõe o fluxo de pessoas em um cotidiano, evidenciando, também, a arquitetura da região central. Além de refletir a escala humana em constraste com a arquitetura moderna, destacando o progresso na vida urbana. Por meio de feixes de luz natural e técnicas de sombra, a fotógrafa consegue expressar movimento e destacar os efeitos desse processo urbano.

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